manifesto pelo fim da poesia

Padrão

Que falte-lhe olhos para enxergar o foco

Que falte-lhe pele para sentir beleza

Que falte-lhe tempo para perder com amor.


O foco é pensamento

A beleza é uma dor

O amor, uma brutalidade.


Que falte-lhe ar que inspira poesia

que olha-pensa e belo dói bruto amor.


Que seja objetiva tua existência

Que em objeto viva

Que seja menos eterna sua vida que a minha

Que ser sujeito da vida

É vida em dor.


(jue, dezembro de 2009)

obs.: é uma latência que só, já reescrevi umas 50 vezes… ainda pode mudar.

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  1. “Ojala que las hojas no te toquen el cuerpo cuándo caigan para que nos las pudeas convertir en cristal … Ojala por lo menos que TE lleve la muerte!”
    Bonito, Ju! Fala ao meu coração…

  2. e eu, sujeito de gosto, aposto no oposto: no desgosto, no desgaste. “eu gosto é do gasto”… da gastura, do estrago.
    sei q vc tbm… se não, não diria tão lindo o contrário
    e ele diz:
    “como se eu fosse júlio plaza
    prazer
    da pura percepção
    os sentidos
    sejam a crítica
    da razão”
    (paulo leminski)

    beijo beijo flor

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